sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Impsa expandirá fábrica de aerogeradores em Suape



A empresa do ramo de energia eólica Impsa participou, em São Paulo, do Wind Forum 2012, com o objetivo de encontrar clientes e discutir questões relevantes para o setor. Apesar de não poder adiantar nenhum acordo, o diretor Comercial do grupo argentino, Paulo Ferreira, explicou que alguns contatos resultam em boas negociações.

O foco, no entanto, está nas novas fábricas e no leilão de energia que acon­tecerá no próximo mês. Para 2012, a Impsa se prepara para a construção de três novas fábricas, além da expansão da já existente, no Com­plexo Industrial Portuário de Suape. “Na fábrica de aerogeradores, que já existe em Pernambuco, vamos investir R$ 35 milhões”, esclareceu.

Em uma distância de dois quilômetros, já está em construção a fábrica de Hydro, que receberá um montante de R$ 150 milhões. “Ela será uma fábrica gigantesca. O galpão principal terá 300 metros de comprimento. Teremos máquinas que aguentarão peças de 200 toneladas. Também teremos uma que aguentará peças de 500 toneladas, para as turbinas de Belo Monte. Esse será um dos maiores galpões do Brasil”, explicou. A estimativa é que já tenha máquinas em operação em junho deste ano.

As outras duas fábricas também serão de grande importância para a marca. No Rio Grande do Sul, será construída uma nova fábrica de aerogeradores, com capacidade de produzir 140 máquinas por ano. Ela deverá fornecer o material para as usinas de Santa Catarina. Segundo Ferreira, o investimento será algo em torno de R$ 60 milhões e R$ 80 milhões.

A terceira é de eletrônicos, que terá valor agregado “muito grande”. “Serão feitas os conversores eletrônicos de potência e sistema de controle dos aerogeradores. É o cérebro e o coração do aerogerador. Terá uma sofisticação muito grande”, afirmou Ferreira. Apesar da relevância, o local que receberá o investimento de R$ 30 milhões ainda não foi decidido.

De olho no mercado nacional, a Impsa também se prepara para o leilão que acontece em março. A expectativa é que sejam colocados à venda 2 mil megawatts (MW).



Investimentos continuarão puxando crescimento em Pernambuco



A economia de Pernambuco continuará crescendo em 2012 acima da média nacional. Esse crescimento será puxado pelos investimentos já definidos, incluindo a Cidade da Copa, em São Lourenço da Mata, e a fábrica da Fiat, em Goiana. É o que prevê o informe divulgado hoje pela Consultoria Econômica e Planejamento (Ceplan).

Em 2011, até o terceiro trimestre, o PIB estadual cresceu 5,1%, contra 3,2% do PIB brasileiro. O PIB se expande em função dos investimentos e mantém aquecido o mercado de trabalho, sobretudo na construção civil. O setor registrou expansão de 17,3% no número de empregos formais no estado, aquecendo por tabela a indústria extrativa mineral (11,7%) e os serviços (9,4%).

De acordo com dados do Dieese, o desemprego na Região Metropolitana do Recife ficou em 13,5% no ano passado, a menor taxa desde o início da série em 1998. “O que está puxando o desemprego para baixo não é tanto a produção, mas o investimento. Nesse sentido a construção civil desempenha um papel fundamental”, analisa o economista e sócio-diretor da Ceplan, Jorge Jatobá.

A VIII Análise Ceplan também trouxe uma avaliação da conjuntura econômica internacional e nacional e detalhes dos estados do Nordeste. O documento prevê que, no Brasil, a inflação continuará sob controle, os juros serão reduzidos e o real deverá sofrer uma desvalorização. No mundo, a crise avança sob uma tensão entre os países com alto grau de endividamento. A expectativa é de desaceleração entre os países emergentes.


Gargalos nos trilhos da ferrovia

Em reunião a portas fechadas, Dilma viu detalhes da execução da obra e cobrou o cumprimento de prazos



Salgueiro – Se em Parnamirim a presidente Dilma Roussef deixou claro aos jornalistas que o tom da visita às obras da ferrovia Transnordestina era de acompanhamento e de cobrança de prazos, na reunião realizada em Salgueiro, no fim da manhã de ontem, o clima não foi diferente. Dilma teria deixado claro que a obra é importante para a região Nordeste, quis ver um detalhamento da execução do projeto, cobrando o cumprimento dos prazos, e deixado claro que o governo não revisará pra cima os custos da obra.

O encontro aconteceu a portas fechadas com a presença dos governadores de Pernambuco, Eduardo Campos; do Ceará, Cid Gomes; e do Piauí, Wilson Martins; com a direção da Odebrecht Infraestrutura e da Transnordestina Logística S.A (parceiras na execução do projeto) e contou com os ministros dos Transportes, Paulo Sérgio Passos; a ministra interina do Planejamento, Eva Schiavon; o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, e com o secretário do PAC, Maurício Muniz.

“Ela (Dilma) quis ver com detalhes esse aspecto físico de infraestrutura, de pontes, viadutos, e principalmente quais são os gargalos – seja da Transnordestina, seja dos governos federal e estadual, para dirimir definitivamente esses gargalos”, explicou Tuffi Daher Filho, presidente da Transnordestina Logística S.A., ao final da reunião que começou por volta das 11h30, teve um intervalo para almoço às 13h, e foi encerrada numa etapa posterior, às 15h30 – quando Dilma seguiu viagem de volta a Brasília.

Apesar de negar publicamente, o consórcio que executa a obra da ferrovia tem a expectativa de revisar junto ao governo federal os valores finais do projeto, orçado em R$ 5,42 bilhões – dos quais R$ 1,3 bilhão são da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), controladora da Transnordestina Logística, e R$ 164,6 milhões são da União, também acionista.

O restante é oriundo de financiamentos públicos (Finor, FNE, BNDES e FDNE). Tuffi Daher Filho negou que essa revisão de valores tenha entrado na pauta da reunião com a presidente Dilma Roussef ontem.

Segundo o próprio Daher, na última visita que fez a Pernambuco para tratar da reconstrução do trecho complementar entre o Cabo de Santo Agostinho (PE) e Porto Real do Colégio (AL), destruído pelas chuvas de 2010, do total previsto para executar a obra, R$ 3 bilhões já teriam sido gastos.

Sobre os atrasos, o presidente da Transnordestina Logística S.A. citou como principais causas as dificuldades nas desapropriações, realizadas pelos governos estaduais, e burocracia envolvendo licenças ambientais.



Porto do Recife pode receber mercadorias do Leste Europeu



Ao que tudo indica, Pernam­buco deve mesmo começar a receber cargas vindas do Leste Europeu, assim co­mo enviar mercadorias para lá. Após visitar o Porto de Sua­pe, o grupo Baltic Grain House es­teve no Porto do Recife, on­tem, e se reuniu com o diretor Co­mercial e de Operação do terminal ma­rítimo, Sidnei Aires. Am­bos os lados – do porto e da em­­presa – se mostraram satisfei­tos com o resultado do encontro.

O diretor para América Latina e África da BR World Enterprise, Fernando Pereira, garantiu que o Porto do Recife está apto para ser a principal porta de entrada e saída, com o objetivo é traçar uma relação de longo prazo. “Ele tem um perfil mais adequado ao porte inicial das operações que a gente vai realizar. No entanto, existem algumas demandas que vão surgir que há um indicativo que vamos realizar algumas operações por Suape, devido às características operacionais. Mas é algo complementar”, explicou.

Pereira ainda disse que existe a possibilidade de, no futuro, investir na área de terminal de grãos. Aires, no entanto, garantiu que, para o momento, esse empreendimento não será necessário. “De imediato, temos essa infraestrutura aqui. Não só de atracação, mas para trabalhar com grãos. A capacidade é de 25 mil toneladas. Isso depende do aumento da demanda. Aí poderá ter essa necessidade”, afirmou.

Em relação às negociações, elas devem acelerar. O principal ponto, antes da assinatura dos contratos, é justamente a es­colha do local por onde acon­tecerão as importações e ex­portações. “Isso é fundamen­tal para podermos estabelecer os custos”, concluiu Pereira


Sete Brasil fecha com 5 estaleiros construção de sondas



A Sete Brasil, empresa que recebeu encomendas bilionárias de afretamento de 21 sondas da Petrobras, fechou a construção dos equipamentos com cinco estaleiros, informou a companhia nesta quinta-feira.

Foram contratados a OSX, do grupo do empresário Eike Batista; a Keppel Fels, no Rio de Janeiro; Rio Grande 2, no Rio Grande do Sul; Jurong Aracruz, no Espírito Santo; e Enseada do Paraguaçu, na Bahia.

A Sete Brasil deverá assinar na próxima semana o contrato com os estaleiros, segundo nota divulgada pela empresa antes de conferência de imprensa.

Das 26 sondas de perfuração contratadas pela Petrobras em uma licitação que envolverá US$ 76 bilhões, a Sete Brasil ganhou contratos para 21.

A Sete Brasil é constituída por fundos de pensão, bancos de investimento e conta com capital de 10% da própria Petrobras.

Para operar as 21 sondas, a companhia se associou a Odebrecht, Queiroz Galvão, Sea Drill, Petroserv, Odfjell e Etesco.

Fonte: http://pedesenvolvimento.com

Transposição do São Francisco e Transnordestina dão o traçado para o futuro da região

Água para 12 milhões e impulso para o desenvolvimento



O objetivo: a assegurar o fornecimento de água a cerca de 12 milhões de habitantes de 390 municípios do Agreste e do Sertão dos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte, considerados os mais vulneráveis à seca, e assegurar o desenvolvimento sócio-econômico da região. Se a meta já impressiona, o projeto assume uma magnitude comparável a poucas obras de infraestrutura no Brasil.

A transposição do rio São Francisco, cuja função é integrá-lo às bacias dos rios temporários do Semi-árido, pretende criar uma nova rede de distribuição da água do Velho Chico, interligando-o aos grandes açudes do Nordeste Setentrional.

O projeto é orientado em duas frentes: os chamados Eixo Norte e Eixo Leste. Em Pernambuco, os Eixos Norte e Leste, ao atravessarem o seu território, servirão de fonte para adutoras já existentes ou em projeto, responsáveis pelo abastecimento de populações do Sertão e do Agreste: Adutora do Oeste, Adutora do Pajeú, Adutora Frei Damião e Adutora de Salgueiro.

Rio da integração nacional, o São Francisco, descoberto em 1502, foi assim batizado por ter sido a ligação inicial do Sudeste e do Centro-Oeste com o Nordeste. Desde as suas nascentes, na Serra da Canastra, em Minas Gerais, até sua foz, na divisa de Sergipe e Alagoas, ele percorre 2.700 km.

Ao longo desse percurso, que banha cinco estados, o rio se divide em quatro trechos: o Alto São Francisco, que vai de suas cabeceiras até Pirapora, em Minas Gerais; o Médio, de Pirapora, onde começa o trecho navegável, até Remanso, na Bahia; o Submédio, de Remanso até Paulo Afonso, também na Bahia; e o Baixo, de Paulo Afonso até a foz.

Atualmente, 95% do volume médio liberado pela barragem de Sobradinho no rio – 1.850 metros cúbicos por segundo – são despejados no oceano e somente 5% são consumidos ao longo do seu curso. Nos anos chuvosos, a vazão de Sobradinho chega a ultrapassar 15 mil metros cúbicos por segundo, e todo esse excedente também vai para o mar.

Com a integração do Rio São Francisco às bacias hidrográficas do Nordeste Setentrional, o Governo Federal espera, além de estruturar o abastecimento na região, fomentar atividades econômicas, especialmente a irrigação no Vale do São Francisco – grande produtora de frutas para exportação e geradora de emprego e renda – cuja área irrigada pode ser expandida para até 800 mil hectares.

O Projeto de Integração do Rio São Francisco com as Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional é considerada pelo governo como a mais importante ação estruturante da política nacional de recursos hídricos. Leia mais


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

De olho em Pernambuco



De olho no desenvolvimento de Pernambuco, uma missão do Conselho das Américas, composta por 35 empresários, desembarcou ontem no Recife. Eles vieram conhecer as oportunidades de negócios, principalmente no setor de infraestrutura. Pela manhã, participaram de um seminário no Hotel Atlante Plaza e à tarde visitaram o Complexo Industrial Portuário de Suape.

No grupo há representantes de empresas da área logística, bebidas, agronegócios, energia eólica, vidros, produtos farmacêuticos e de beleza, automação industrial e engenharia. “O interesse deles é bastante amplo. Vai desde logística, energia, transporte. A ideia é conhecer o que está acontecendo em Pernambuco e prospectar futuros negócios”, disse a gerente de Políticas Públicas do Conselho das Américas, Sophia Costa.

O Conselho das Américas é uma organização não governamental com mais de 40 anos de atuação. O objetivo é patrocinar intercâmbios entre empresas privadas e governos. Sophia explica que, apesar da entidade estar sediada em Nova York e possuir escritórios em Washington e Miami, reúne empresas de vários países. “Atualmente, apenas 55% dos nossos associados são norte-americanos”, completa.

Multinacionais como Shell, Microsoft e Petrobras fazem parte do Conselho das Américas. No Brasil, a entidade já realizou diversos encontros, mas sempre em São Paulo. Em 2011, vários empresários demonstraram interesse em conhecer mais o Nordeste, então surgiu a ideia de fazer um seminário na região. Acabaram escolhendo Pernambuco.

No seminário, pela manhã, a agenda incluiu debates sobre financiamento de projetos e parcerias público-privadas (PPPs). Entre os participantes, os secretários estaduais Maurício Rands (Governo) e Geraldo Júlio (Desenvolvimento Econômico), além de representantes do Ministério da Integração, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Banco do Nordeste.

“Eles ficaram bastante impressionados com o que viram e ouviram, tanto que estão pensando em voltar com um grupo maior no segundo semestre”, disse o secretário executivo de Desenvolvimento Econômico, Roberto Abreu. Apesar disso, não deixaram de criticar a alta carga tributária brasileira e os gargalos na infraestrutura. (M.B.)


Projeto São Francisco vai mudar a cara do Nordeste



Brasília – O Projeto de Integração do Rio São Francisco vai levar água para 12 milhões de pessoas que vivem no semiárido. É uma obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) com cerca de 700 km de extensão. Composta por canais, barragens, estações de bombeamento, aquedutos e túneis vaibeneficiar 390 municípios dos estados de Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte.

Ainda em 2012, as diversas estruturas serão testadas num projeto piloto de 16 km em Floresta (PE).
Geração de emprego – O Projeto São Francisco emprega hoje em torno de 3.900 trabalhadores. Com a remobilização das obras e com o fim do período de chuvas,devem empregar 6.500 pessoas.

Remobilização das obras – Com a conclusão da renegociação dos contratos com os consórcios construtores foi iniciada uma nova etapa. Dos 16 lotes existentes, 10 estão em atividade. Os lotes 9 e 13, em Floresta (PE), devem ser remobilizados até o final de fevereiro. Outros três lotes, o 3, em Salgueiro (PE), o 4, em Verdejante (PE), e o 7, em São José de Piranhas (PB), terão os contratos rescindidos. O lote 5, em Jati (CE) está em processo de licitação e a contratação das obras está prevista para abril.

EIXOS

O Eixo Norte, com captação no rio São Francisco, próximo à cidade de Cabrobó (PE), percorrerá 402 km, conduzindo água aos rios Salgado e Jaguaribe, no Ceará; Apodi, no Rio Grande do Norte; e Piranhas-Açu, na Paraíba, e Rio Grande do Norte. Beneficiará7,1 milhões de pessoas nos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

O Eixo Leste, com captação no lago da barragem de Itaparica, no município de Floresta (PE), percorrerá 220 km até o rio Paraíba (PB), após deixar parte da vazão transferida nas bacias do Pajeú, do Moxotó e da região agreste de Pernambuco. Beneficiará mais de 4,5 milhões de pessoas nos estados da Paraíba e Pernambuco. Leia mais


Fórum planeja crescimento de PE



Para garantir o desenvolvimento sustentável da economia pernambucana, o Fórum Estadual das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte reuniu, na segunda-feira (6), representantes de 25 setores para planejar ações integradas até 2014. No encontro, a FIEPE, sede do evento, assumiu a coordenação do 3º Comitê, responsável pelas estratégias de investimento e crédito, comércio exterior e cultura empreendedora.

“O Sistema FIEPE sente-se honrado em assumir esse desafio, ao mesmo tempo em que coloca à disposição de Pernambuco toda a expertise de sua rede (SESI, SENAI, IEL, CIEPE e Sindicatos industriais) a serviço da inclusão das micro e pequenas empresas no desenvolvimento do Estado”, afirma o diretor administrativo da Federação, Felipe Coêlho.

O coordenador do Fórum, o secretário estadual de Trabalho, Qualificação e Empreendedorismo, Antonio Carlos Maranhão, apresentou os desafios e ações a serem trabalhadas no planejamento do triênio. O vice-presidente da Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (ADDiper), Alberto Galvão, traçou o panorama da economia do Estado, apontando para o melhor desempenho do Produto Interno Bruto nos últimos 15 anos, com a 8ª maior economia do país e 2ª da região.

Já o coordenador do Fórum baiano, o secretário estadual da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia, apresentou o funcionamento do programa para trocar experiências. Após isso, os grupos se reuniram para planejar as ações que serão apresentadas em encontro no próximo dia 27.

ECONOMIA – O Presidente da FIEPE, Jorge Côrte Real, ministra palestra sobre a economia pernambucana dia 11, às 9h, no auditório do bloco B da Unicap. Interessados devem confirmar a presença pelo telefone 3231-1711 ou waldecyp@hotmail.com.


PDVSA não consegue fechar garantias com o BNDES



A Petrobras recebeu nesta terça-feira uma carta da PDVSA explicando o porquê não conseguiu fechar com o BNDES as garantias financeiras oferecidas para assumir 40% do financiamento concedido pela banco à Petrobras, para a construção da Refinaria Abreu e Lima, em Suape.

O prazo para a petrolífera venezuelana se associar nesse projeto com a Petrobras terminou no último dia 31 de janeiro.

A informação foi dada pelo diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, ao explicar que vai analisar a carta recebida para decidir se prorroga o prazo para a PDVSA entrar como sócia na refinaria ou se desiste da parceria.

A Petrobras negocia com a PDVSA desde 2005. A participação da empresa estatal venezuelana seria de 40% do projeto. Atualmente, 50% das obras da refinaria já estão concluídas e, para a entrada efetiva da PDVSA, o BNDES terá que aceitar as garantias financeiras oferecidas pela estatal venezuelana para que esta assuma 40% do financiamento de cerca de R$ 10 bilhões para o início das obras.



Empresários pernambucanos podem participar de comitiva que visitará a China



O Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE) está organizando uma comitiva que participará de uma das maiores feiras comerciais do mundo, a Canton Fair, realizada em Guangdong, no sul da China. Interessados em integrar a comitiva, que parte no dia 8 de abril e volta no dia 21, podem se informar pelo cin@fiepe.org.br ou (81) 3412-8383.

“A missão pode propiciar às empresas locais a oportunidade de prospectar novas parcerias internacionais, além de possibilitar a troca de experiências inovadoras”, diz a coordenadora do CIN, Patrícia Canuto. No evento, são oferecidas oportunidades para diversos setores, desde máquinas e equipamentos pesados a produtos químicos e artigos sanitários.

A Feira - Instalada numa pavilhão de mais de 1.000.000 m² e contando com cerca de 25 mil expositores, a Canton Fair é a maior feira comercial do país. Em 2011, o evento gerou US$ 37,9 bi em negócios.



quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Navio onde tripulante morreu segue ancorado a 10 km da costa do Recife


Embarcação só deve seguir viagem depois de confirmada causa da morte  PF informou que o homem morreu de infarto, por causas naturais.


 
O navio de bandeira das Bahamas onde um tripulante filipino foi encontrado morto segue ancorado a cerca de 10 km do Porto do Recife nesta segunda-feira (6). De acordo com a Polícia Federal (PF), o homem de 52 anos teria falecido devido a um infarto, por causas naturais.
Tripulante de navio morre em alto mar e corpo é trazido ao Recife

O corpo do filipino foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML), no Recife, onde passou por exames. De acordo com informações do IML, o corpo já foi necropsiado e aguarda liberação. O laudo preliminar aponta a causa da morte como "indeterminada". O laudo final deve sair num prazo de 25 a 30 dias. Mas, como o caso é mais urgente, talvez seja adiantado, segundo informações do Instituto.
O IML informou ainda que os resultados de exames solicitados pelo médico podem sair nesta terça-feira (7). Esses exames já podem dar mais detalhes a respeito da causa da morte. De acordo com a Capitania dos Portos, o navio seguirá ancorado na costa pernambucana até ficar confirmado que a morte do homem foi devido a causas naturais.

O comando da embarcação entrou em contato com a Capitania dos Portos do Recife no domingo (5) para avisar que estava alterando a rota por causa do ocorrido. O navio seguia viagem de Bahía Blanca, na Argentina, para a Arábia Saudita. Técnicos da PF foram de lancha ao navio e decidiram que a embarcação permaneceria ancorada.


Fonte: http://g1.globo.com/pernambuco

P-55 e João Cândido – Quem paga a conta dos atrasos?



A pergunta já está formulada no título do texto: quem paga os prejuízos causados pelo atraso de 15 meses na entrega do casco da plataforma P-55 e de quase dois anos do petroleiro João Cândido, construídos pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Suape, Pernambuco?

Recordemos que o casco (lower hull) da P-55 só saiu do citado estaleiro – sem festança eleitoreira e sem discursos dos políticos oportunistas – para a construção final da plataforma no dia 22/12/ 2011 (o prazo inicial era setembro/2010) e chegou ao seu destino, o Estaleiro Rio Grande (ERG1, RS), no dia 16/01/12. No estaleiro gaúcho será feito o mating, que é a união do casco com o deckbox, convés. Estima-se que a plataforma esteja pronta até o final de 2012. A data escolhida para o início do transporte, quando todos estavam envolvidos nos festejos natalinos, talvez tenha sido uma mera coincidência, ou então algo bem pensado, para que ninguém questionasse algo a respeito do imbróglio do petroleiro João Cândido, construído pelo mesmo estaleiro.

Recordemos também que o João Cândido é uma novela que parece não ter fim. Navio do tipo Suezmax, tem 274,20 metros de comprimento, 48 m de largura, 51,6 m de altura e capacidade para transportar até 1 milhão de barris de petróleo. Começou a ser construído em setembro de 2008 e lançado em plena campanha presidencial de 2010 com toda pompa e circunstância, no dia 7 de maio, com a presença da atual presidente e de seu antecessor, mas, até hoje, quase dois anos após a festança eleitoreira, o navio continua no estaleiro.   

Na atual conjuntura, ninguém sabe exatamente qual é o problema que impede o navio de fazer as provas de mar para que seja entregue à Transpetro (controlada da Petrobras) e cumpra a sua função, já que nenhuma autoridade do setor vem a público esclarecer os fatos; é um mutismo total (após o comissionamento – teste dos equipamentos –, as provas de mar são testes a que o navio é submetido para avaliar as condições de navegabilidade antes de sua entrada em operação comercial, para que o mesmo seja entregue sem problemas).

Já foram prometidas várias datas, e nenhuma delas cumprida. Inicialmente, falou-se em agosto/2010, depois março/2011, em seguida setembro/2011. Segundo o EAS, o João Cândido “está em fase final de seus testes de sistemas e acabamento e, tão logo sejam concluídos esses procedimentos, seguirá para a etapa de provas de mar, que precede a entrega do navio ao armador, a Petrobras Transporte S.A. (Transpetro). A entrega será realizada no início do ano de 2012”. Mas, em que mês? Janeiro já passou, e até agora não vimos sinal do navio fazendo provas.

Não é preciso ser um expert em engenharia naval para afirmar que há algo de muito esquisito para esse absurdo atraso. Se tivesse sido encomendado na Coreia do Sul ou Singapura, por exemplo, esse navio já estaria operando há muito tempo. E, depois vêm os xenófobos e exigem que os equipamentos da Petrobras sejam todos construídos no Brasil com prazos e preços maiores. Dessa forma, não há previsão de produção e transporte que se cumpra, e o Plano de Negócios da Petrobras passa a ser um mero procedimento burocrático.

Os prejuízos desses atrasos são de bilhões de dólares para a Petrobras e para os seus acionistas. Façamos as contas. A P-55 foi projetada para produzir 180 mil barris de petróleo e mais 6 milhões de metros cúbicos (m³) de gás natural por dia. Considerando o atraso de 15 meses e somente o petróleo não produzido, temos o seguinte resultado: 450 dias x 180 mil barris/dia x US$ 100,00/barril = US$ 8,1 bilhões.

Quem pagará esse prejuízo? A Transpetro diz que os contratos do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) “estipulam penalidades para atrasos não justificados na entrega das encomendas”, mas não diz quais são essas penalidades e valores. Por acaso, há algum seguro que cubra esse bilionário lucro cessante de US$ 8,1 bilhões, acrescido do GN não produzido e dos fretes pagos para compensar a não utilização do petroleiro João Cândido?

Por que o Estaleiro Atlântico Sul e as autoridades responsáveis se omitem em divulgar os fatos de forma objetiva e transparente? É hora de o Ministério Público Federal entrar em ação e cobrar explicações a respeito dos atrasos e custos, já que o assunto envolve uma empresa controlada pelo governo federal, tem ações na Bovespa e em várias Bolsas internacionais.

Fonte: http://portalmaritimo.com/2012/02/07/p-55-e-joao-candido-quem-paga-a-conta-dos-atrasos/

Vale dá um “J” e arruma solução inteligente para driblar o impasse dos supercargueiros na China




A Vale recebeu uma embarcação adaptada que será destinada ao abastecimento de navios no mar, sem que seja necessário chegar a um porto. O cargueiro tem capacidade de 280.815 toneladas e teve um custo total de US$15 milhões para a Vale.

O navio ficará nas Filipinas, onde se somará a duas outras embarcações de grandes proporções da Vale, uma com capacidade de 400.606 toneladas e outra de 402.347 toneladas. A aquisição dessa embarcação é estratégica para a Vale, visto que alguns portos chineses já chegaram a impedir a chegada de navios de grande porte da Vale, justificando a decisão como medidas de segurança.

Foi por isso que a mineradora assinou em setembro de 2011 um acordo com autoridades das Filipinas para inserir na baía de Subic uma instalação flutuante a fim de transferir cargas, fazendo, com isso, que navios de menor porte possam aportar na China.

Fonte: http://portalmaritimo.com/2012/02/07/vale-da-um-j-e-arruma-solucao-inteligente-para-driblar-o-impasse-dos-supercargueiros-na-china/

Modal hidroviário está longe do patamar desejado




“O modal hidroviário ainda não esta no patamar desejado, porém, é melhor do que no passado recente. Estão em andamento, através de agentes públicos e privados, estudos para diagnosticar e analisar as principais bacias hidrográficas brasileiras”. A conclusão é de Luiz Fernando Horta de Siqueira, gerente de hidrovias da Sartco Ltda. Segundo ele, o modelo hidroviário possui, entre suas vantagens, a maior eficiência energética (carga transportada x potência instalada em hp´s); menor consumo de combustível (litros/TKU); menor emissão de CO² (kg/TKU); menor custo de implantação em relação à rodovias e ferrovias; bem como otimização da cadeia logística.

Atualmente, o modal aquaviário corresponde à 13,6% na matriz de transporte de cargas no Brasil, mas há expectativas de crescimento com a entrada de novas cargas na hidrovia Tietê – Paraná. “Além disso, esperamos que o cenário atual mude com a exportação do agronegócio pelo arco norte (se os investimentos nas hidrovias do rio Madeira, Araguaia e Tocantins se concretizarem), o transporte de minérios na hidrovia Paraguai-Paraná e, ainda, a retomada de investimentos da hidrovia no Rio Grande do Sul”, conclui o especialista.

Fonte: http://www.guiamaritimo.com.br/modal-hidroviario-esta-longe-do-patamar-desejado/

Trabalhadores portuários devem entrar em greve nesta quarta-feira


Categoria ameaça não voltar ao trabalho caso as reivindicações não sejam atendidas

Hoje, diversos trabalhadores portuários de Santos, Rio de janeiro, Rio Grande do Norte, Pará e Bahia devem, entrar em greve por cerca de 24 horas.  A paralisação seria uma forma de pressionar as companhias estaduais a retomarem e concluírem os acordos coletivos.

A greve, organizada pela Federação Nacional dos Portuários, pode se estender por prazo indeterminado, caso não haja acordo com a categoria.

Fonte: http://www.guiamaritimo.com.br/trabalhadores-devem-entrar-em-greve-nesta-quarta-feira/

Subsecretária dos EUA visita Suape



A Subsecretária para Assuntos Políticos dos Estados Unidos, Wendy Sherman, visita o Complexo Industrial Portuário de Suape. A programação inclui um sobrevoo e uma apresentação sobre a importância estratégica do porto para Pernambuco. Ela será recebida pelo diretor do Fórum Suape Global, Sílvio Leimig. A diplomata encerra neste sábado sua agenda oficial de dois dias ao Estado. Ontem à tarde ela foi recebida no Palácio do Campo das Princesas pelo governador Eduardo Campos.

A visita poderá contribuir para estreitar relações entre Pernambuco e os EUA. A atração de empresas e a realização de parcerias é parte do objetivo do Projeto Suape Global, que tem a proposta de transformar o Estado num polo fornecedor de serviços e produtos para as indústrias de petróleo e gás, naval e offshore. O governador de Pernambuco, secretários de Estado e empresários já estiveram em Huston para apresentar o projeto. A cidade norte-americana sedia, anualmente, a maior feira de petróleo do mundo.

Em sua visita ao Estado, Wendy Sherman, conheceu o Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene) e o programa Futuras Cientistas, que promove a participação da mulher na Ciência por meio da integração de alunas e professoras da rede estadual de ensino nas atividades de pesquisa desenvolvidas no centro. Em 2010, Brasil e Estados Unidos assinaram memorando de entendimento para o Avanço da Condição da Mulher, que promove a cooperação e o intercâmbio de informações para eliminar a discriminação de gênero.

A subsecretária também acompanhou a assinatura de um memorando de intenções entre o Consulado dos Estados Unidos no Recife e o governo de Pernambuco para cooperação em educação. O documento foi assinado pelo embaixador Thomas Shannon e pelo Secretário Estadual de Educação Anderson Gomes. O acordo oficializa o apoio ao programa estadual “Ganhe o Mundo” que vai intensificar o ensino da língua inglesa em Pernambuco e que enviará 300 jovens para intercâmbio nos EUA. “Seis especialistas no ensino de inglês dos EUA poderão vir para cá e ajudar no aperfeiçoamento de professores da rede estadual por meio do Programa para Mestres em Ensino de Língua Inglesa”, adiantou Wendy.

Fonte: http://pedesenvolvimento.com/2012/02/07/subsecretaria-dos-eua-visita-suape/

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

1 MILHÃO DE CONTÊINERES MOVIMENTADOS EM 2011



Santos Brasil registra mais de 1 milhão de contêineres movimentados em 2011
A forte expansão deve-se ao alto desempenho operacional da companhia

A Santos Brasil ultrapassou a marca de 1 milhão de contêineres movimentados em 2011, totalizando 1.001.87. Foram 1.529.32 Teus, atingindo, com isto, a previsão para o ano. O crescimento foi de 6,7%, aproximadamente duas vezes o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro.

A melhora significativa da produtividade e da eficiência na operação da companhia possibilitou participação de mercado de 53% dos contêineres cheios no Porto de Santos, segundo dados da Codesp. De acordo com Marcos Tourinho, diretor executivo de Relações com Investidores da Santos Brasil, a forte expansão em 2011 foi impulsionada pelo alto desempenho operacional da companhia, que, no ano passado, bateu seguidos recordes de produtividade operacional. Para este ano, a previsão é que o volume movimentado nos terminais em que opera fique entre 1.630 e 1.730 mil Teus.

Trabalhadores de portos federais devem parar por 24 horas




Os trabalhadores dos portos administrados pela União prometem cruzar os braços a partir das 7 horas desta quarta-feira (8), paralisando por 24 horas as atividades de alguns dos principais equipamentos do país. Caso as reivindicações da categoria não sejam atendidas, a proposta é decretar greve por tempo indeterminado a partir do próximo dia 23.

Organizada pela Federação Nacional dos Portuários, a greve de 24 horas pode envolver trabalhadores na Bahia, no Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e nos portos de Vitória (ES) e Santos (SP). Somente este último responde pela movimentação de cerca de 30% de todo o comércio exterior brasileiro.

Segundo o presidente da federação, Eduardo Lirio Guterra, a paralisação temporária é uma forma de pressionar as companhias estaduais (Docas) a concluírem as negociações iniciadas em junho de 2011, assinando com as entidades que representam os trabalhadores os acordos coletivos que continuam pendentes de resolução. As sete companhias Docas existentes administram 18 dos 34 portos públicos marítimos sob a responsabilidade da Secretaria de Portos da Presidência da República (os outros 16 são administrados, sob diferentes regimes, por governos estaduais ou municipais).

A principal reivindicação dos trabalhadores é uma solução definitiva, por parte do governo federal, para sanar a situação do Portus, o fundo de previdência complementar dos empregados das companhias Docas e algumas administradoras portuárias estaduais e municipais.

Criado em 1978, pela extinta Empresa de Portos do Brasil (Portobras – empresa pública extinta em 1990), o Instituto de Seguridade Portus foi pensado para proporcionar aos trabalhadores portuários uma renda que complementasse os benefícios previdenciários. A inadimplência das companhias Docas, o crescimento do número de beneficiários enquanto o número de contribuintes decaia e decisões administrativas hoje questionadas levaram o instituto a acumular, ao longo dos anos, uma enorme dívida.

No ano passado, quando o governo federal determinou a intervenção a fim de que as finanças do instituto fossem auditadas e as contas sanadas, a Secretaria de Portos informou não haver uma cifra exata sobre a dívida das companhias com o Portus. De acordo com Guterra, essa dívida está na casa dos R$ 4 bilhões e a expectativa é que o governo federal quite esse valor, impedindo assim que o instituto seja extinto.

A Secretaria de Portos informou que está buscando soluções para os problemas e as solicitações dos trabalhadores, que estão sendo tratadas como prioridades. A secretaria também disse que reconhece o crescimento do setor como resultado de todo o conjunto portuário, sobretudo dos trabalhadores. Destacou, contudo, que a greve não é boa para ninguém e pode retardar possíveis soluções.

GELPE realiza visita técnica ao grupo Rapidão Cometa




O Grupo de Estudos da Logística em Pernambuco (GELPE) realiza no próximo dia 11 de fevereiro uma visita técnica à filial Recife da Rapidão Cometa em Jaboatão dos Guararapes. Um dos melhores e maiores provedores de soluções logísticas do país, com 69 anos de experiência, 8 mil profissionais dedicados, presente em todos os estados do Brasil e mais de 3 mil veículos.


Data: 11 de fevereiro de 2012

Mais informações: http://www.gelpe.com.br ou gelpe@gelpe.com.br


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Porto do Recife já escolheu empresa que vai transformá-lo em polo turístico



O Porto do Recife já tem o nome da empresa que vai transformar os antigos armazéns de carga do terminal no polo de turismo que promete mudar a paisagem do Bairro do Recife, com novos serviços e áreas de lazer.

O vencedor da licitação, cujo nome foi publicado hoje no Diário Oficial do Estado, é a Gerencial Brasitec Serviços Técnicos, subsidiária da Companhia Excelsior de Seguros. A assinatura do contrato é esperada para a próxima semana, ato que marcará a concessão da área ao grupo pelo prazo de 25 anos.

Oito armazéns (os de número 9, 12, 13, 14, 15, 16, 17 e 18) serão reformados para abrigar restaurantes, bares, lojas de entretenimento e comerciais, escritórios, além de um hotel e um centro de convenções. O projeto, denominado de Porto Novo, é similar ao que foi feito em Puerto Madero, localizado em Buenos Aires, e na Estação das Docas, em Belém.

À Gerencial Brasitec foi dado o prazo máximo de 60 meses para construir os novos equipamentos. No entanto, a meta é que tudo esteja pronto antes da realização da Copa de 2014. A empresa deve recorrer a parcerias com empreiteiras para tocar as obras, segundo informações repassadas pelo Porto do Recife.

Ao todo, serão investidos mais de R$ 150 milhões no projeto, sendo R$ 50,4 milhões relativos ao valor da remuneração pelo uso das áreas arrendadas, pagos ao Porto do Recife no prazo de 25 anos. O restante do investimento, exatos R$ 100.623.196,00, será utilizado para a reforma e construção dos equipamentos.

O Porto do Recife realizou, há cerca de dois anos, um Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica (EVTE) que indicou os equipamentos que poderiam ser erguidos em cada um dos armazéns. O projeto arquitetônico definitivo, junto com os projetos complementares, deverão ser apresentados em até 90 dias.


O que esperar de 2012



Num cenário de estagnação mundial, o que se pode esperar de 2012 para a economia brasileira é uma expansão mais modesta em relação a 2011. Mas isso não significa que hão de vir por aí tempos difíceis, desde que o governo saiba manter sob controle os gastos públicos, o que, num ano de eleições municipais, não deixa de ser uma ação hercúlea.

Seja como for, se a expansão da economia em 2012 ficar no nível da de 2011, já será um bom desiderato, levando-se em conta as dificuldades externas. Mas não se pode esquecer também que as dificuldades internas não são poucas e podem igualmente agravar esse quadro.

No cenário externo, as incertezas são muitas e deixam as perspectivas da balança comercial numa zona cinzenta e sujeita a turbulências. Em 2011, bem ou mal, o saldo da balança foi de US$ 29,8 bilhões, o que significou uma alta de 45% em relação ao ano anterior. Poucos países puderam comemorar feito semelhante, resultado de um avanço de 26,8% nas exportações (US$ 256 bilhões) contra 24,5% nas importações (US$ 226 bilhões).

Visto assim do alto, não haveria muito do que se queixar. A questão é que esses números escondem uma preocupante dependência em relação às exportações de matérias-primas. É de ressaltar que, em razão da elevação das cotações ao redor de 25%, a exportação de produtos básicos chegou a 64% ao final de 2011. Responsável por isso foi a China, principal parceiro comercial do País, que ficou com 17% de nossas exportações. Desse total, quase 90% compreenderam vendas de minério de ferro e soja.

Em contrapartida, as exportações de produtos industrializados ocuparam apenas 22% do total. Esse número só tenderá a diminuir se não houver uma reação no sentido de ampliar a participação da indústria. O governo tem se mostrado preocupado com essa tendência, prometendo anunciar ainda no primeiro trimestre do ano uma série de medidas para estimular o exportador.

Entre essas medidas, estão o aperfeiçoamento de mecanismos de financiamento, inclusive para pequenas empresas, e a simplificação do draw-back, sistema que desonera os exportadores que compram insumos no Brasil ou no exterior a fim de produzir bens para exportação.

Além disso, o Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio Exterior (MDIC) tem defendido a ampliação do Proex-equalização para 100% do valor exportado, enquanto o Ministério da Fazenda vem mostrando resistência. Hoje, o limite é de 85%.

Como para 2012 se prevê uma reversão nos preços dos produtos básicos na economia mundial, tudo o que for possível para estimular a exportação de manufaturados será bem-vindo.


Petrobras recebe propostas para integrar plataformas



A Petrobras vai receber as propostas para a montagem dos módulos e a integração das oito plataformas de produção, armazenagem e transferência (FPSOs) que serão instaladas no pré-sal e montadas no Brasil com alto índice de nacionalização. O custo estimado pelo mercado no ano passado para o total da encomenda varia entre US$ 5 bilhões e US$ 7 bilhões. A compra é de cerca de 80 módulos mais a respectiva integração.

Os oito cascos já estão sendo construídos em Rio Grande, no Rio Grande do Sul, no dique seco da Ecovix, braço da Engevix Engenharia para construção oceânica. O custo de construção dessas unidades é de US$ 3,46 bilhões, segundo informou ao mercado a Galp Energia, uma das sócias da Petrobras, que tem ainda a BG e a Repsol como sócias nas áreas onde as plataformas serão instaladas.

Para construir as oito plataformas, a Petrobras dividiu a licitação em partes. Primeiro licitou os cascos, já contratados, e depois colocou em licitação quatro pacotes de módulos e três integradores. É para as duas últimas partes que as propostas serão entregues.

Os módulos poderão ser integrados em um canteiro de obras, e não é necessário um estaleiro. Os participantes da licitação, que serão conhecidos amanhã, deverão comprovar o direito do uso da área onde serão construídos os módulos, assim como apresentar as devidas licenças ambientais para o local. Uma fonte qualificada da Petrobras explicou que o vencedor não será conhecido no mesmo dia.

A estatal se reserva o direito de negociar uma nova redução entre os vencedores dos pacotes de módulos e integração que apresentarem o menor preço entre os participantes. Isso porque a companhia não divulga qual o orçamento que dispõe para cada uma das unidades. A entrega das propostas estava marcada para janeiro e foi adiada por 15 dias a pedido dos próprios participantes.

Depois de construídas as plataformas serão instaladas nos campos encontrados nos blocos BM-S-11 e BM-S-9 (Lula, Lula Nordeste, Cernambi, Guará e Carioca são alguns deles). Cada plataforma terá capacidade para processar diariamente 150 mil barris de petróleo e 6 milhões de metros cúbicos de gás. Depois de instaladas e quando estiverem operando com capacidade máximas, em meados dessa década, elas vão adicionar cerca de 900 mil barris à produção nacional de petróleo.

A FPSOs são chamadas de “replicantes” na Petrobras porque tiveram seus projetos simplificados e equipamentos padronizados pela área de engenharia. Elas receberam os números P-66 a P-73, e os cascos têm prazos variados para construção. No caso da P-66, a primeira delas, o prazo é de três anos a partir do contrato, assinado em novembro de 2010. A última cinco anos e sete meses depois da assinatura do contrato.


EAS fecha contrato para obras de integração da P-62

 
 
O estaleiro Atlântico Sul fechou contrato com o consórcio Iesa/Camargo Corrêa para as obras de integração da plataforma P-62, que será instalada no campo de Roncador, na Bacia de Campos. O cronograma da área de E&P da Petrobras prevê a operação da unidade em 2013.
 
A plataforma será interligada por 17 poços. O gás será exportado através de um gasoduto de 12 polegadas com 43 quilômetros de extensão. A P-62 terá capacidade para produzir 180 mil b/d de óleo e comprimir 6 milhões de m³/d de gás natural. Os módulos da unidade estão sendo construídos na planta da UTC Engenharia, em Niterói, e da EBE, em Itaguaí.

Com a unidade em sua carteira de empreendimentos, o estaleiro pernambucano passa a contar com 31 projetos - todos da Petrobras. Estão na lista 22 petroleiros da Transpetro, sete navios- sondas e o casco da P-55 que já foi entregue, também destinada a Roncador.

A previsão da petroleira é que agora em 2012 o estaleiro entregue o primeiro navio da Transpetro - previsto inicialmente para abril de 2010 - e o casco da P-55, que também estava com atraso em seu cronograma físico mais já foi concluido e já está no Rio Grande (RS).
 
 
 

PDZ



Muitos portos estão revisando seu Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ). Alguns pela enésima vez. Só a frequência, abrangência e profundidade de tais revisões recomenda-nos reflexões. Também seus conteúdos (de alguns, verdadeiras teses acadêmicas!) e focados mais no zoneamento.

“Desenvolvimento” (o “D” da sigla) merece mais espaço, ir além de declaração de intenções e, em especial, incluir o como. Planos dos importantes portos mundiais têm horizontes de várias décadas. Suas implementações são diligentemente monitoradas e são revisadas só parcial e esporadicamente. Já, aí, três importantes lições!

Sim, é distinto o pensar-se longo prazo em países consolidados ou emergentes, como o Brasil. Mas, se assim tão mutantes, que papel estratégico terá um PDZ? Se não balizarem o dia-a-dia (e não vice-versa!), qual o significado de um EVTE; que segurança terá a dezena de agentes, públicos e privados, da comunidade portuária na elaboração de seus planos específicos?

Assim denominados, PDZs vieram com a “Lei dos Portos”. Muito econômica, ela se limitou a delegar ao respectivo CAP sua aprovação e sua compatibilização com todos os planos de transporte conexos. E explicita: “federais, estaduais e municipais” e das “diversas modalidades”; algo que, se há, são exceções – talvez pela falta de reconhecimento (e prática) de que, envolvendo instâncias distintas, negociação é sine-qua-non!

Adiante, o Dec. 4.391/02 formalizou os programas de arrendamento e, obviamente, submeteu-os aos PDZs. O Dec. 6.620/08, também resoluções da ANTAQ, em particular a recente Res. 2.240/11, detalhou seus conteúdos, tramitação, agora submetida a instâncias federais. Mas é a Portaria-SEP 414/09 que os regulamentou minuciosamente; inclusive estabelecendo um índice... talvez contribuição para cristalizar o status quo.

Se mantidas, 2 sugestões às normas: i) Substituir “pessimista”, “otimista” e “ótimo”, como caracterização dos cenários (conceitos mais psicológicos que funcionais!) por, p.ex., “inercial” (para o “se nada for feito”), “referencial” (respostas reativas a demandas de mercado) e “dinamizado” (resultante de ações proativas - gerenciais, mercadológicas e infraestruturais). ii) Iniciar-se revisões de PDZs com um tipo de exposição de motivos, a ser aprovada pelo CAP, na forma de um Termo de Referência, explicitando o conteúdo a ser mantido e aquele a ser revisado. Lógico: com os respectivos porquês.


Cabotagem Brasil



Da mesma forma que em outros países, o Brasil também possui um segundo registro de navios, com incentivos e facilidades de forma a permitir a competitividade com as bandeiras de conveniência. É o Registro Especial Brasileiro (REB), que permite aceitar embarcações tanto para longo curso como as destinadas à cabotagem e apoio.

Conforme explicou em sua palestra o comandante Murillo de Moraes Rego Corrêa Barbosa, as embarcações pré-registradas no REB contam com as mesmas taxas de juros usadas na exportação para construção, reparo e modernização. Podem também contratar no exterior a cobertura de seguro e o resseguro de casco, máquinas e de responsabilidade civil, caso o mercado brasileiro não ofereça condições compatíveis.

Tais embarcações têm ainda isenção de contribuição ao Fundo de Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo (FDEPM, que foi regulamentado pelo decreto-lei nº 6.246, de 5/2/1944).

A construção, a conservação, a modernização e o reparo de embarcação pré-registrada ou registrada no REB são equiparados à operação de exportação, para efeitos legais e fiscais. Na embarcação vinculada ao REB são necessariamente brasileiros o comandante e o chefe de máquinas, podendo portanto o resto da tripulação ser formado por marinheiros de outras nacionalidades. E ainda, os preços dos combustíveis praticados no longo curso são extensivos à cabotagem e ao apoio marítimo e portuário.

Verifica-se, portanto, a existência de um arcabouço legal preparado para dar suporte ao desenvolvimento da marinha mercante nacional, especialmente a de cabotagem, que poderia ter um crescimento bem mais expressivo se o empresariado voltasse mais os olhos para a potencialidade da navegação como fator de redução de custos e aumento da competitividade dos produtos. Embora de forma incipiente, isso já começa a acontecer.



Pernambuco: construção civil gera mais vagas



O crescimento da economia de Pernambuco, no ano passado, se refletiu na redução do desemprego em 2011. Segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), divulgada hoje pelo Dieese, a taxa de desemprego total na Região Metropolitana do Recife (RMR) caiu 1,7%, passando de 16,2%, em 2010, para 13,5%, no ano passado. No conjunto das regiões (Recife, Salvador, Fortaleza, Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal), a taxa de desemprego total teve queda de 11,9%, em 2010, para 10,5%, em 2011.

No Recife, o melhor desempenho foi o da Construção Civil, que apresentou o maior elevação na geração de empregos. Segundo a PED, o crescimento apresentado foi de 21,6%, resultado do boom experimentado pelo setor. No Nordeste, destaque também para Salvador (16,7%) e Fortaleza (8,9%).

A RMR também teve desempenho positivo na criação de postos de trabalho no Comércio, com crescimento de 7,4%, seguido por Distrito Federal (4,2%) e São Paulo (2,6%). Já na Indústria, o nível de ocupação cresceu apenas 1,4% no Recife, resultado semelhante a de Outros setores que aumentou em 1,4% o total de empregados. Aumentou em 9,5%, o número de empregados com carteira assinada. Mesmo assim, também cresceu em 6,2% o número de trabalhadores informaism, no Recife.



BNDES aumenta financiamentos para micros e pequenas empresas em PE



O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está realmente empenhado em aumentar sua inserção entre empresas de micro, pequeno e médio portes do estado. De acordo com o balanço de 2011, divulgado nesta quinta-feira (2), 94% dos 20.351 financiamentos concedidos em Pernambuco foram destinados ao segmento das MPMEs. Em volume de recursos, a instituição liberou R$ 4,6 bilhões no ano passado, cifra 8,4% maior que os R$ 4,2 bilhões registrados em 2010.

Considerando o número de operações realizadas, o crescimento foi ainda maior em Pernambuco: 45,8%, já que foram 13.960 financiamentos concedidos pelo banco de fomento em 2010. Dos 20.351 empréstimos autorizados e liberados no estado, 19.251 operações foram para micro, pequenas e médias empresas, que juntas receberam o equivalente a R$ 1,289 bilhão.

Nordeste foi a única região do país em que os desembolsos do BNDES cresceram em 2011, na comparação com o ano anterior. Enquanto em 2010 o banco liberou para R$ 17,2 bilhões em financiamentos para a região, no ano passado o volume de recursos chegou a R$ 18,8 bilhões, uma alta de 9%, segundo relatório emitido pela instituição.

O crescimento nas liberações do BNDES para a economia pernambucana foi puxado, sobretudo, pelo desempenho da indústria de transformação. Nesse setor, os destaques foram o segmento químico, que recebeu R$ 1 bilhão (11% a mais do que em 2010); o têxtil, para o qual foram desembolsados R$ 672,8 milhões (140% a mais); o de bebidas, que teve acesso a R$ 237,2 milhões (173% a mais); e o de mineral não metálico, para o qual o Banco liberou R$ 93,4 milhões (202% a mais).

Também teve desempenho expressivo o setor de comércio e serviços. Nele, destacaram-se o segmento de transporte terrestre, que teve acesso a R$ 796,5 milhões (14% a mais do que em 2010); o de atividade imobiliária, profissional e administrativa, para o qual o BNDES desembolsou R$ 237,1 milhões (93% a mais); e o de eletricidade e gás, que recebeu R$ 143,8 milhões (49,6% a mais).


Porto de Santos comemora 120 anos



Ao comemorar 120 anos, o porto de Santos superou desafios e tem outros pela frente. Considerado como o cordão umbilical da cidade, já que a Vila de Santos foi fundada para gerar local adequado para as operações das primeiras caravelas, hoje 65% da arrecadação de ISS (Imposto Sobre Serviço) está ligada à atividade portuária.

O Secretário de Assuntos Portuários e Marítimos de Santos, Sérgio Aquino, destaca vários pontos importantes na ligação entre a história de Santos e o porto. “Agora estamos em outro degrau, com o pré-sal. Santos é uma cidade portuária, diferentemente de outras que têm porto, mas possuem outros negócios como carros-chefes.”

Para o Prefeito de Santos João Paulo Tavares Papa, o porto é fundamental na economia. “Ele se consolida como o principal motor da economia regional e um dos pilares do desenvolvimento do país. Cada vez mais integrado à vida da comunidade e superando recordes de movimentação, o nosso porto é motivo de orgulho para todos os santistas.”

Para seguir crescendo, Aquino destaca que é preciso melhorar acessibilidade rodoviária, ferroviária e aquaviária, como fundamentais para a continuidade de competitividade. “É preciso benefícios em logística, para que haja fluidez no planejamento de cargas, além de melhorar condições de treinamento e de vida para os trabalhadores.”

PE registra a maior arrecadação de ICMS da história



Pernambuco começou o ano registrando a maior arrecadação de ICMS da história: R$ 1.003 bilhão, valor 13,15% superior ao registrado no mesmo período de 2011. Na ocasião, o estado recolheu aos cofres públicos R$ 886,4 milhões.

Os números, divulgados hoje pela Secretaria da Fazenda (Sefaz) consolidam Pernambuco como o estado que mais cresce a arrecadação no país.

De acordo com o governo estadual graças à economia aquecida e à geração de emprego e renda que proporcionam o aumento do consumo, e de uma política de gestão fiscal estruturada. “Pela primeira vez, alcançamos este patamar, fato que coloca Pernambuco em um seleto clube composto até então por apenas sete estados brasileiros”, comemora o secretário Paulo Câmara.

O bom momento também pode ser mensurado por uma análise comparativa com o estado que apresenta a maior arrecadação do ICMS do Nordeste: a Bahia. Em 2006, o recolhimento do tributo em Pernambuco correspondia a 56% do total arrecadado na Bahia.

Cinco anos depois, este percentual já é de 75%. “Neste contexto, o estado baiano precisou de aproximadamente 96 meses para elevar a sua arrecadação mensal de R$ 500 milhões para R$ 1 bilhão. Pernambuco conseguiu este feito em apenas 48 meses”, acrescenta Paulo Câmara.

O novo retrato econômico do estado permitiu ainda um salto na arrecadação do ICMS secundário (ligado ao setor industrial) de 192% entre 2007 e 2011. A título de comparação, o ICMS secundário da Bahia no mesmo período cresceu 44% e no Ceará 75%.

Para 2012 as perspectivas são de continuidade do crescimento, no entanto em patamares menores. O gargalo encontra-se na precária situação econômica da Europa que pode influenciar negativamente a economia brasileira e, consequentemente, a dinâmica estadual.

Fonte: http://pedesenvolvimento.com/

Pernambuco oficializa parceria com EUA para intercâmbio de alunos da rede estadual



Alunos da rede estadual de ensino de Pernambuco receberão bolsas para estudar inglês e espanhol no exterior com incentivo oficial do governo americano. O documento que formaliza o apoio dos Estados Unidos ao programa “Ganhe o Mundo”, lançado em novembro de 2011 pelo Governo do Estado, foi assinado pelo governador Eduardo Campos e pela subsecretária para Assuntos Políticos dos EUA, Wendy Sherman, na tarde desta sexta-feira (3).

O Ganhe o Mundo engloba três eixos de atuação. O primeiro é a promoção de aulas de inglês e espanhol para 24 mil alunos em 273 escolas estaduais de 124 municípios pernambucanos, e o outro é a capacitação do professorado da rede estadual. Cinco especialistas na língua inglesa virão dos EUA para capacitar ao longo do ano 450 docentes.

As primeiras turmas tiveram início no dia 21 de novembro do ano passado. Em maio serão selecionados os 800 alunos do curso que mais se destacaram nas aulas. Após a seleção, os estudantes vão passar por um período preparatório, no qual terão acompanhamento psicológico, até embarcarem para o exterior no mês de setembro. Leia mais